Sábado, 14 de Março de 2015

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Reservas Internacionais:Qual o seu papel na soberania nacional.

O governo tucano, mesmo com todas as gentilezas oferecidas aos grandes capitalistas internacionais – taxa de juros de até 45% ao ano, privatizações selvagens co

Publicada: 13/03/2015 - 06h25m|Fonte: Silvio Januário|Versão para impressão|

  • Para blindar a nossa economia, o País acumulou no fim de 2014, uma reserva de US$ 373 bilhões
  • Para blindar a nossa economia, o País acumulou no fim de 2014, uma reserva de US$ 373 bilhões
Posse de Lula: janeiro/2003: US$ 37.6 bilhões (www.bcb.gov.br/?RI20030102)

Posse de Lula: janeiro/2007: US$ 86,4 bilhões (www.bcb.gov.br/?RP20070102)

Posse de Dilma: janeiro/2011: US$ 289 bilhões (www.bcb.gov.br/?RP20110103)

Posse de Dilma: janeiro/2015: US$ 373,4 bilhões (www.bcb.gov.br/?RP20150102)

O VALOR MÉDIO ANUAL DAS RESERVAS NOS OITO ANOS DO PERÍODO FHC FOI DE R$ 44 BILHÕES.

O governo tucano, mesmo com todas as gentilezas oferecidas aos grandes capitalistas internacionais – taxa de juros de até 45% ao ano, privatizações selvagens com venda de empresas a preço de banana, dolarização de grande parte da dívida interna, dentre outras barbaridades – nunca conseguiu acumular reservas expressivas em dólares. Elas eram de apenas US$ 37,823 bilhões quando FHC assumiu o governo. Seu valor era ainda menor, de US$ 17 bilhões, sem os empréstimos do FMI. Foi por não possuir uma posição robusta nas reservas em dólares que o Brasil quebrou três vezes com FHC.

Nos governos Lula e Dilma, para blindar a nossa economia contra as crises externas de grande magnitude, conseguiu acumular reservas em dólares como nunca antes nesse país, num total de US$ 373 bilhões ao final de 2014.

Dessa forma, crises de grande magnitude como a de 2008/2009 e outra que atingiu os países emergentes mais recentemente, em 2013, em função da redução dos estímulos monetários dos Estados Unidos, encontraram uma economia mais robusta aos abalos na economia internacional.

Com isso, Lula e Dilma não tiveram que recorrer ao FMI, pela primeira vez na história brasileira os pobres não pagaram a conta da crise, o país continuou crescendo, ainda que em ritmo menos acelerado, a geração de empregos continuou crescente e a pobreza e a extrema pobreza continuaram em firme declínio.

Silvio Januário é Advogado

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