Sábado, 17 de Agosto de 2013

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Dois senadores dos Estados Unidos pedem Cessar a alimentação forçada em Guantánamo

Um tribunal de Washington se negou a satisfazer esta semana a demanda de um preso de Guatánamo que pediu que deixassem de alimentá-lo à força.

Publicada: 14/07/2013 - 01h27m|Fonte: Ria Novosti - Argenpress|Versão para impressão|

  • Somente o presidente dos EUA tem autorização o fim da alimentação forçada.
  • Somente o presidente dos EUA tem autorização o fim da alimentação forçada.
Os senadores Richard Durbin e Dianne Feinstein pediram ao presidente americano, Barack Obama, para eliminar essa prática de nutrição forçada dos presos de Guantánamo que se declaram em greve.

"Os presos declaram greve de fome porque há mais de uma década vivem em situação legal indefinida e já tem perdido toda esperança”, escreveram os parlamentares em uma carta enviada para Obama, pedindo que cesse a alimentação forçada destes prisioneiros, por ser humilhante.

Um tribunal de Washington se negou a satisfazer esta semana a demanda de um preso de Guatánamo que pediu que deixassem de alimentá-lo à força. O juiz disse que somente o presidente do país, como chefe das Forças Armadas, está facultado proibir ao pessoal de Guantánamo alimentar aos presos pela força.

Os senadores pediram que Obama ordenasse ao Departamento de Defesa que cesse tal prática, e se a greve de fome é perigosa à vida do preso, que tome as medidas de precaução necessárias para que não seja um processo doloroso e humilhante.

Numerosos presos de Guantánamo se declaram em greve de fome em fevereiro desde ano. Hoje seguem em greve 106 pessoas, 44 delas são alimentadas à força com líquidos nutritivos.

O Centro de detenção foi estabelecido em Guantánamo, ilha de Cuba, em 2001 para abrigar os suspeitos de terrorismo depois dos ataques da Al Qaeda ao Estados Unidos e o começo da guerra do Afeganistão.

Atualmente, ali se mantém 166 pessoas.

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